domingo, 28 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"Trens" da Alterosa - parte II
A urbe aparentemente domada deitou mais uma vez suas garras em mim. A "Bagdá do mega pixels", conforme o verbete, ou melhor, a "entrada" Belo Horizonte na desciclopédia, calça como uma luva hightec tal definição. Realmente, percebi com os olhos "estrangeirados" de quem há muito partiu para outro Brasil que em "Beagá" as coisas parecem funcionar bem, entretanto nada disso... As pessoas estão muito mais apressadas, é quase um arremedo de Sampa. As imagens da cidade se espraiam como em tentativas de ilusão, de fuga e busca de identidade. Algo como painéis de led cujas partes apagadas revelassem _ sempre em pontos aleatórios _ os avessos da cidade. Não chega a ser o "avesso do avesso", é o contrário em doses sur(presas). Figuras de decadência descontextualizadas e desconsertantes. Uma cidade fake, porém muito distante de uma Dubai, maqueada para parecer aquilo que não é e procurando "baratinada" preservar o que já foi. Modernidade e tradição estão cindidos em seus embates particulares, na inócua tentativa de vencer o tempo e domar os espaços. Só o tempo dirá em que vai dar esta contrariedade. Quanto a contradição _ não tem remédio _ é inerente as grandes cidades, uai!
Na rodoviária, antes de partir passo mais uma vez para saldar o Fernando Sabino na acanhada exposição dedicada ele. Certo da minha condescendência aceito o provisório status de pequeno mentecapto. "Belô" continua suja e bela.
domingo, 24 de janeiro de 2010
"Trens" da Alterosa - parte I
sábado, 16 de janeiro de 2010
Conte até 80...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Doações para o Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
Informações sobre cidadãos brasileiros no Haiti podem ser obtidas pelos telefones do Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty:
Tels.: (61)3411-8803 / (61)3411-8805 / (61)3411-8808
(61)3411-8817 / (61)3411-9718 / (61)8197-2284
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Ajuda brasileira no Haiti
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Olha Só! virtual X real?!

Algo me ocorreu quando da reeleição de Hamid Karzai para a presidência do Afeganistão. Conforme noticiado de Washigton pela Agência Reuters (02/11/2009), ele se reelegeu após o cancelamento do 2º turno pelo motivo da retirada da candidatura do líder opositor Abdullah Abdullah. Os E.U.A reconheceram a legitimidade das eleições, contudo o presidente norte-americano, Barack Obama, deu os seus "pitacos" (ou serão "pitos"?).



O desenvolvedor entrou com pedido legal de proteção da trademark. Indício que o jôgo em questão poderá parar nas telas do cinema.
Abaixo uma charge que põe em dúvida os trâmites que mativeram Karzai no poder.

domingo, 1 de novembro de 2009
ANDRÉA BÓRIS: militante do bom Rock na praia.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Apenas um exemplo de um País que joga ouro no lixo!
Concurso para garis atrai 22 mestres e 45 doutores no Rio
da Folha de S.Paulo, no Rio
Com inscrições abertas desde o dia 7, o concurso público para a seleção de 1.400 garis para a cidade do Rio já atraiu 45 candidatos com doutorado, 22 com mestrado, 1.026 com nível superior completo e 3.180 com superior incompleto, segundo a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana).
Para participar do concurso, basta ter concluído a quarta série do ensino fundamental. As inscrições terminam amanhã.
Somados, os candidatos que já passaram pelos bancos de universidades representam quase 4% dos 109.193 inscritos até anteontem. Os anos de estudo a mais, porém, não devem colocá-los em vantagem na disputa --a seleção é feita por meio de testes físicos, como barra, flexão abdominal e corrida.
Aqueles que forem contratados trabalharão 44 horas por semana e receberão salário de R$ 486,10 mensais, tíquete alimentação de R$ 237,90, vale-transporte e plano de saúde. A remuneração poderá ser acrescida ainda de um adicional por insalubridade.
Aluno do segundo período de história da Estácio de Sá, no Rio, Luiz Carlos da Silva, 23, disse ter ouvido muitos comentários preconceituosos dos colegas quando contou que disputaria uma vaga de gari.
"Disseram que eu era maluco, que eu ia ficar fedendo a lixo... Mas a faculdade hoje não garante emprego nem estabilidade para ninguém. Eu quero segurança", diz ele, que, no entanto, planeja continuar estudando para no futuro trocar o trabalho de gari pelo de professor de escola pública.
"Meu sonho é dar aula, é o que eu gosto de fazer", afirma o estudante de história.
Já Ronaldo Carlos da Silva, 42, ex-aluno do curso de letras da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), vê no concurso de gari a chance de reorganizar a vida, após um ano de desemprego.
Se for bem-sucedido, pretende voltar à sala de aula, que teve de abandonar quando ainda estava no terceiro período do curso -sem trabalho fixo, tinha dificuldades até para pagar o transporte para ir à universidade. Insatisfeito com a faculdade de letras, porém, quer cursar direito. "Vou fazer um curso preparatório", planeja.
Também desempregada, Thaiane do Prado Gomes, 21, estranhou ao ouvir que iria disputar vagas com pessoas com curso superior e até mestrado e doutorado. "Isto aqui é para quem não tem escolaridade. Para os outros tem mais oportunidade. Eu mesma, que completei o segundo grau, fiquei na dúvida se devia me inscrever."

